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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Posto de gás natural atormenta trânsito no Jardim Botânico

Pedro Francos & Leonardo Fernandes - Jornalismo - Univercidade

Um posto de GNV na esquina das ruas Saturnino de Brito e Jardim Botânico é atualmente um dos maiores responsáveis pelo trânsito caótico do local. A rua Saturnino, que faz a ligação entre a Lagoa e o Jardim Botânico, é uma das vias de acesso que sofre freqüentemente com engarrafamentos gerados pelo posto de gás natural veicular. Muito procurado por taxistas, que formam uma fila que interdita metade da rua, o posto acaba provocando um afunilamento no fluxo dos veículos. Para tentar amenizar a situação, o estabelecimento contratou funcionários que utilizam coletes e apitos, e ficam encarregados de organizar o acesso dos carros que aguardam para abastecer.

A Guarda Municipal já foi comunicada sobre o problema. As reclamações foram registradas e o órgão público informou que irá intensificar o patrulhamento no local. Raquel Farias, assessora de comunicação do órgão, fez questão de ressaltar que a rua é patrulhada diariamente por viaturas que circulam para coibir irregularidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Quem circula pelo local, nota que é constante a presença de agentes da Guarda Municipal, além de uma viatura da polícia militar estacionada na esquina em frente ao posto. Isso, porém, não impede que a fila de táxis se forme todos os dias e a qualquer hora. Diante dessa desordem no trânsito, os moradores aguardam medidas urgentes que melhorem as condições do bairro.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O que acontece enquanto os Guardas Municipais almoçam?

Bruno Lima - Jornalismo - UniverCidade

É comum na Rua Visconde de Pirajá, no horário de almoço, a instalação de camelôs. Eles surgem num piscar de olhos. Os vendedores irregulares aproveitam a ausência de guardas municipais no local. São vendas de chapeis, óculos escuro, roupas de praia, bolsas e outros produtos, colocados em mesas e em pedaços de panos no chão, colocados de forma fácil para a retirada no caso de surgir uma fiscalização.

Geralmente os pontos ficam em esquinas, uma delas é entre a Rua Vinícius de Moraes e a Rua Visconde de Pirajá. Outros lugares que os ambulantes se fazem presente são: portas de estabelecimentos fechados e beira de calçada, atrapalhando o estacionamento de carros. A feira não autorizada incomoda os donos de lojas e moradores da rua.

A senhora Dulcéia Andrade, aposentada, diz: “Eles surgem do nada nas calçadas, atrapalham a passagem de pedestres e poluem a imagem da cidade, não tem nenhum respeito com a gente”. Já José Felício, dono de uma das lojas na rua, conta que isso é muito perigoso, pois até agora estão no horário de almoço, e pergunta a onde isso vai parar.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Divisão que assusta

Pedro Lopes – Jornalismo - UniverCidade

    A falta de iluminação no Largo do Machado criou duas metades em um dos pontos mais movimentados da Zona Sul. Na face voltada para a Rua do Catete, ainda é possível manter os hábitos de anos atrás, quando era possível que idosos e crianças caminhassem sem medo de serem intimidados por usuários de drogas e a tragédia social dos menores de rua.

    Se tomarmos como referência o chafariz no centro do largo, o lado que faz limite com a Igreja de Nossa Senhora da Glória se torna uma zona de exclusão durante a noite, tamanha a insegurança causada pelos postes apagados e os mendigos que formam acampamento. Há moradores de rua que se instalam inclusive com colchão e carrinhos de supermercado.

    Para completar o cenário de desordem, camelôs e restaurantes ocupam sem limites as calçadas, com suas mercadorias e cadeiras às barbas de uma dupla de guardas municipais que pouco consegue fazer, apesar de a corporação apresentar relatórios de apreensões no local.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Especial promessas: Guarda municipal 24 horas nas ruas

Maria Isabel Petean - jornalismo - UniverCidade

Durante a campanha eleitoral para prefeito do Rio de Janeiro, o candidato Eduardo Paes, do PMDB, fez 83 promessas para melhoria da cidade. Uma delas, a de número 71, promete alterar o regime de contratação da guarda municipal, de celetista (CLT), para estatutária. Desta maneira, os efetivos da corporação, que hoje são contratados por uma empresa terceirizada, se tornarão funcionários públicos. A guarda também será treinada para trabalhar em cooperação com a polícia, e passará a ter o poder de combater os pequenos delitos. Segundo Paes, a alteração do regime é em razão da necessidade do poder de polícia para agir, que somente o servidor público tem.

Todavia, os futuros estaturários não estarão aptos a usar armas de fogo. “Será utilizado apenas o rádio, pela qual a guarda integrará o seu trabalho ao da Polícia Militar. No entanto, o uso do cacetete e do spray de pimenta continuarão fazendo parte dos equipamentos do órgão”, ressalta o prefeito eleito. Para o guarda municipal Martins, que opera na fiscalização do trânsito, a proposta do futuro prefeito tem dois lados. “A parte boa é que nos tornaremos estatutários e isto traz uma segurança financeira. Agora, o aspecto negativo é que com a autonomia de polícia, passaremos a ser enxergados com outros olhos, além de ser uma profissão de risco”.

Atualmente, existem mais de cinco mil homens distribuídos pela cidade exercendo a função de guarda municipal. Após a alteração no regime, o horário de trabalho e o número de contratados serão aumentados. “A guarda atuará 24 horas e até o fim da gestão, a cidade vai contar com 10 mil homens trabalhando nas ruas”, promete Eduardo Paes.