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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Em cartaz, "Buracos do Asfalto"

Margareth Santos - Jornalismo -UniverCidade

Há duas semanas causando transtornos aos moradores do Condomínio Pontões da Barra, na Barra da Tijuca, um buraco no ponto do ônibus se transformou em risco constante para idosos e crianças. A “cratera” que se abriu após as chuvas de março, está impedindo que os ônibus da linha 2016, Barra Sul – Castelo, fiquem estacionados no ponto, como deveriam. 

Uma moradora do condomínio reclama da desordem causada pelos ônibus e da falta de educação dos motoristas que fazem “buzinaço”. “Os motoristas dos ônibus param fora do ponto, com três carros ao mesmo tempo, e atrapalham quem quer estacionar próximo ou só passar pela rua. Os engarrafamentos são constantes, principalmente à noite”, revela a farmacêutica Roquele Focco. 

O despachante Demétrio Góes, funcionário local da Real Auto Ônibus, responsável pela linha, informou que há três semanas já foram solicitados à Prefeitura reparos emergenciais para contenção do asfalto, que está cedendo mais a cada dia. Até o momento, o problema ainda não foi resolvido e um representante da secretaria de Obras sequer esteve ao local.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O que acontece enquanto os Guardas Municipais almoçam?

Bruno Lima - Jornalismo - UniverCidade

É comum na Rua Visconde de Pirajá, no horário de almoço, a instalação de camelôs. Eles surgem num piscar de olhos. Os vendedores irregulares aproveitam a ausência de guardas municipais no local. São vendas de chapeis, óculos escuro, roupas de praia, bolsas e outros produtos, colocados em mesas e em pedaços de panos no chão, colocados de forma fácil para a retirada no caso de surgir uma fiscalização.

Geralmente os pontos ficam em esquinas, uma delas é entre a Rua Vinícius de Moraes e a Rua Visconde de Pirajá. Outros lugares que os ambulantes se fazem presente são: portas de estabelecimentos fechados e beira de calçada, atrapalhando o estacionamento de carros. A feira não autorizada incomoda os donos de lojas e moradores da rua.

A senhora Dulcéia Andrade, aposentada, diz: “Eles surgem do nada nas calçadas, atrapalham a passagem de pedestres e poluem a imagem da cidade, não tem nenhum respeito com a gente”. Já José Felício, dono de uma das lojas na rua, conta que isso é muito perigoso, pois até agora estão no horário de almoço, e pergunta a onde isso vai parar.