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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Pedalinho da Lagoa vai bem obrigado


Luiz Henrique - Jornalismo - UniverCidade


É só fazer sol que o carioca vai correndo para a praia. Com certeza, esse é um dos melhores programas, mas não é o único. Às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, uma das atividades mais gostosas de se fazer, independentemente da idade, é dar uma volta de pedalinho.


O programa, apesar de não ser novidade, atrai muitos turistas e cariocas, mesmo com as embarcações em mau estado. O passeio pode ser feito até às oito e meia da noite e é sempre uma boa pedida para os solitários, casais de namorados ou até famílias inteiras.

"Muitos casais trazem champagne e as vezes somem, perdem a hora, isso acontece muito" comenta com tom descontraído, Wilson, administrador dos pedalinhos. Para quem ainda não teve a oportunidade de pedalar pelas águas da Lagoa, fica aqui a dica de um programa romântico, de saúde física e mental.

Pedalinho da Lagoa Rodrigo de FreitasEntre o Parque da Catacumba e a subida do Corte do CantagaloTodos os dias das 9:30 h. às 20:30 h.Pedalinho para duas pessoas - 30 minutos - R$ 20,00Pedalinho para seis pessoas - 30 minutos - R$ 50,00

sexta-feira, 27 de março de 2009

Divisão que assusta

Pedro Lopes – Jornalismo - UniverCidade

    A falta de iluminação no Largo do Machado criou duas metades em um dos pontos mais movimentados da Zona Sul. Na face voltada para a Rua do Catete, ainda é possível manter os hábitos de anos atrás, quando era possível que idosos e crianças caminhassem sem medo de serem intimidados por usuários de drogas e a tragédia social dos menores de rua.

    Se tomarmos como referência o chafariz no centro do largo, o lado que faz limite com a Igreja de Nossa Senhora da Glória se torna uma zona de exclusão durante a noite, tamanha a insegurança causada pelos postes apagados e os mendigos que formam acampamento. Há moradores de rua que se instalam inclusive com colchão e carrinhos de supermercado.

    Para completar o cenário de desordem, camelôs e restaurantes ocupam sem limites as calçadas, com suas mercadorias e cadeiras às barbas de uma dupla de guardas municipais que pouco consegue fazer, apesar de a corporação apresentar relatórios de apreensões no local.