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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Surfistas desafiam ondas gigantes no Leblon

Rodrigo Marcolini - Jornalismo - UniverCidade

Mantendo o ritmo excelente do outono na Região Sudeste, o fim de semana foi de ondas grandes de até três metros e com boa formação em algumas praias cariocas. O mar subiu no sábado pela manhã e se manteve com ótimas condições para a prática do surfe até o final do domingo.

Os surfistas profissionais, Marcelo “Trekinho” e Estephan Figueiredo, o “Fan”, chegaram ao Pontão do Leblon cedo para checar a laje em frente ao Hotel Sheraton. Em dias de grandes ondas, o local oferece boas condições para a prática do esporte. Com a visão de ondas grandes e perfeitas, esperada há alguns dias, os atletas imediatamente traçaram o plano: "Para encarar as 'bombas' aqui, vamos ter que sair da Barra da Tijuca de jet ski", comenta Trekinho. 

A laje de pedra, em frente ao Hotel Sheraton não é apropriada para surfistas iniciantes. "As ondas só quebram sobre a bancada de pedras cheias de ouriços em dias de ressaca. É muito perigosa. Alguns surfistas chegam a usar até capacetes para descer as 'morras'", diz Fan. O local é realmente perigoso, mas todos garantem que a emoção de surfar ondas pesadas e de caráter internacional no quintal de casa, vale o risco.

Quando o mar oferece condições como essas, algumas praias se tornam pontos de encontro para surfistas amadores e profissionais de alto nível. Encontrar na mesma areia atletas como Jordan Almeida e Guilherme Braga, Elísio Tiuba, Dedeco e o bodyboarder Fred, não é dificíl. Em pouco tempo, todos estavam na água.

Gastronomia oriental e conversa fiada


Lilian Senna - Jornalismo - UniverCidade
Foto: Fedoca

Uma Filial da Koni Store e outra do botequim Conversa Fiada serão inauguradas em breve na Galeria River, em Copacabana. O tradicional reduto de surfistas e skatistas do Rio de Janeiro vai ter também boa gastronomia e diversão. Fundada 1966, a galeria sempre foi frequentada pelo público jovem antenado nas últimas tendências do surf e do skate. De olho nessa tribo, as novas lojas trazem para a galeria, em meio ao comércio de equipamentos esportivos e roupas, a gastronomia que promete aumentar a circulação e melhorar ainda mais o faturamento dos lojistas. 

"É inegável que esse lugar tem um charme danado, faz parte da vida de quem mora na Zona Sul. Meu pai me trouxe aqui para comprar a minha primeira prancha e hoje estou escolhendo, no mesmo lugar, a prancha do meu filho. Isso é demais!", diz Roberto Batata, frequentador desde a adolescência. As lojas pequenas, de cerca de 15m² e o piso de pedras portuguesas, reproduzindo o calçadão de Copacabana fazem uma atmosfera diferenciada. São mais de 40 anos em sintonia com o estilo de vida dos frequentadores. Para quem ainda não conhece é uma boa hora para dar uma paradinha.

Serviço: Galeria River - Rua Francisco Otaviano, 67, em Copacabana (entre Copacabana e Ipanema)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Esporte radical é praticado na Lagoa

Bruno Hennington - jornalismo - UniverCidade

A Lagoa Rodrigo de Freitas, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, é palco de muitos esportes, entre eles, o wakeboard. Quem pratica o esporte, fica sobre uma prancha que é puxada por um barco em alta velocidade, o que possibilita manobras espetaculares. A velocidade é a grande aliada dos atletas, que podem se projetar por mais de três metros de altura. A prancha é parecida com a de snowboard, assim como as manobras, que também influências do surf e do skate.

O estudante de Engenharia, Diogo Cartier diz que adora o esporte, mas que é preciso ter recursos para praticá-lo. "Pratico wakeboard desde os meus 11 anos. Nunca sofri nenhum tipo de acidente grave, apenas os tombos comuns no esporte. Mas para quem pretende começar a praticá-lo, é preciso pesquisar bons preços na hora de comprar o equipamento. Muitas pessoas me perguntam se eu não tenho medo de mergulhar na Lagoa, mas respondo que se eu fosse ficar com medo de tudo que tem de errado na cidade, não sairia de casa", ressalta Diogo.

Na Lagoa, o aluguel de um equipamento não sai por menos de 150 reais, incluindo colete, prancha, aluguel do barco e hora de trabalho do piloto. "Você tem a opção de alugar por uma ou duas horas. Parece ser muito, mas logo depois que você se acostuma com as ondas e começa a fazer as manobras, você não quer sair de lá nunca", disse Diogo.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Exercícios na terceira idade

Bruno Hennington – Jornalismo – UniverCidade

   Pensando em uma forma de alegrar os dias entediantes, a aposentada Odette Carvalho, de 68 anos, que nunca havia praticado esportes antes, lembrou da matéria que havia lido há uma semana no salão onde faz as unhas, religiosamente, toda quarta-feira. A atriz Cássia Kiss serviu de inspiração para a aposentada: “Ela contava sobre sua experiência em um mosteiro de yoga e como o exercício havia renovado sua alma. Lembrei disso e pensei que essa seria uma atividade na qual eu também poderia fazer. Na semana seguinte, já estava me matriculando na academia ao lado de minha casa”. Hoje, após quatro anos, Odette é a aluna mais assídua das aulas do Professor Wilson Cavalcante: “Ela é incrível. Quando começou, mal conseguia fazer os exercícios, agora tem uma elasticidade muito boa para a idade.”

   Um dos mais famosos frequentadores da praia de Copacabana, Affonso Freitas, de 73 anos, não é muito diferente de Odette. Praticante de Surf, aos 45 anos ele percebeu que não tinha vida social e que estava se tornando uma pessoa sedentária. Foi quando incentivado pelo filho mais velho decidiu começar a prática esporte: “O surf mudou a minha vida radicalmente. Eu era workoholic e estava começando a ficar depressivo. Depois que comecei a surfar as pessoas dizem que fiquei mais sociável. Hoje, acordo às 5 da manhã, pedalo, e surfo todos os dias.”

   Na opinião do médico cardiologista Bruno Bussade, quem pratica exercícios físicos tem 34% mais chances de obter sucesso na prevenção ou no tratamento de doenças cardiovasculares. “O ideal é que se comece a praticar alguma modalidade física desde cedo. O exercício físico é imprescindível não só para o corpo como para mente. Na terceira idade, é a melhor forma de evitar a depressão e prevenir doenças cardiovasculares.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Esporte - A nova cara do surf

Arthur Toledo - Jornalismo - UniverCidade


Esporte que já foi considerado marginal, o surf é hoje visto por muitos como mais uma atividade saudável, para ser praticada ao ar livre. A cada dia novos adeptos entram no mar atrás de diversão. Não são apenas adolescentes, mas também pessoas que são formadas e trabalham não abandonam o estilo de vida.

Na Zona Sul do Rio, entre as praias do Arpoador e Leblon existem boas ondas para todo tipo de gosto, desde os que estão começando até os surfistas profissionais. O fisioterapeuta Fabiano Passos, morador de Ipanema, não perde a oportunidade de cair na água. "Sempre que arrumo um tempinho vou surfar, é a minha atividade física" comenta. Ele começou a praticar o esporte com apenas 10 anos, mas conta que antes já pegava onda de jacaré, com prancha de isopor. "Eu sempre amei o mar, ninguém me influenciou. Mas o programa Realce, do surfista Bocão ajudou a dar uma motivada", lembra Fabiano.

Já em outros casos o surf está presente tanto no trabalho como na diversão. É o caso do jornalista José Roberto Annibal, que lançou recentemente a revista Surfar, com circulação gratuita voltada para o Rio. "Já se foi o tempo em que rolava aquela imagem negativa de que surfista é vagabundo, não estuda e só quer pegar onda", ressalta o jornalista. Ele começou a surfar com 13 anos no Leblon, onde mora até hoje. "Cada vez mais o surf está virando um estilo de vida. Muitas pessoas procuram o bem estar, a saúde e a forte ligação com a natureza", explica Annibal.