Juliana Haddad -Jornalismo - UniverCidade
Durante a campanha eleitoral para a prefeitura do Rio de Janeiro, o candidato Eduardo Paes apresentou algumas propostas para a despoluiçãode rios e praias da Baía de Sepetiba, da Barra e de Jacarepaguá.
Em um debate na sede do jornal O Globo, Eduardo Paes informou que aspraias da Zona Oeste têm um problema grave de saneamento. "Eu já me comprometi a resolver isso, principalmente na Baía de Sepetiba. Já tive a oportunidade de recuperar a Praia da Brisa, quando fui secretário (de Turismo, Esporte e Lazer). É fundamental, também,recuperar as lagoas. Se a gente não resolver aquilo, as praias da Barra nunca estarão limpas" afirma, Paes.
Esta é uma tarefa difícil para o futuro prefeito, já que a maior população urbana da Baia de Sepetiba se encontra aqui no Rio, onde o serviço de saneamento é de responsabilidade da CEDAE e praticamente não existem sistemas coletores implantados.
A falta de uma atuação da prefeitura no sentido de conscientizar a população sobre a importância da limpeza das fossas contribui para o agravamento da situação. A não existência desta orientação transforma as fossas, com o tempo, em caixas de passagem, com poucadepuração dos esgotos.Eduardo Paes (PMDB) anunciou também a retomada do projeto "Guardiões dos Rios", em que membros da comunidade ajudariam a manter limpos os rios da região. Foi mais um projeto abandonado pela administração Cesar Maia.
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Meio Ambiente - Banhistas poluem a orla
Diego Francisco da Silva - Jornalismo - UniverCidade
Após um longo dia de muita diversão, o que se percebe é que o carioca ainda não sabe onde é o lugar do lixo. Latinhas de refrigerante e cerveja, garrafas PETs, restos de alimentos e embalagens de bronzeador e protetor solar são exemplos de sujeiras deixadas por banhistas nas areias das praias da Zona Sul carioca. Segundo a gerente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) da Cidade, Liane Cantanhede, os funcionários recolhem mensalmente, somente das areias de Ipanema e Leblon, cerca de 200 toneladas de lixo. No verão, este número sobe para 500 toneladas.
Liane informa que a limpeza das duas praias é feita diariamente por 35 garis, distribuídos em três turnos, que contam com aproximadamente 300 contêineres de cor laranja para o despejo do lixo e de três equipamentos chamados gama-cobra, usados para retirar o lixo que fica em baixo da areia. “Principalmente o orgânico, que é o mais prejudicial ao meio ambiente, por ser capaz de gerar larvas e fungos que se criam nas camadas abaixo da superfície”, destaca Liane.
A falta de consciência dos banhistas prejudica bastante o trabalho dos garis, por tomar mais tempo e desgastar o equipamento, desperdiçando o dinheiro público. Para tentar reverter o quadro, a Comlurb, junto à Secretaria de Municipal de Meio Ambiente, tem investido em campanhas de conscientização aos usuários, principalmente no verão, como a “Final de Praia, lixo no lixo”, de janeiro deste ano.
Após um longo dia de muita diversão, o que se percebe é que o carioca ainda não sabe onde é o lugar do lixo. Latinhas de refrigerante e cerveja, garrafas PETs, restos de alimentos e embalagens de bronzeador e protetor solar são exemplos de sujeiras deixadas por banhistas nas areias das praias da Zona Sul carioca. Segundo a gerente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) da Cidade, Liane Cantanhede, os funcionários recolhem mensalmente, somente das areias de Ipanema e Leblon, cerca de 200 toneladas de lixo. No verão, este número sobe para 500 toneladas.
Liane informa que a limpeza das duas praias é feita diariamente por 35 garis, distribuídos em três turnos, que contam com aproximadamente 300 contêineres de cor laranja para o despejo do lixo e de três equipamentos chamados gama-cobra, usados para retirar o lixo que fica em baixo da areia. “Principalmente o orgânico, que é o mais prejudicial ao meio ambiente, por ser capaz de gerar larvas e fungos que se criam nas camadas abaixo da superfície”, destaca Liane.
A falta de consciência dos banhistas prejudica bastante o trabalho dos garis, por tomar mais tempo e desgastar o equipamento, desperdiçando o dinheiro público. Para tentar reverter o quadro, a Comlurb, junto à Secretaria de Municipal de Meio Ambiente, tem investido em campanhas de conscientização aos usuários, principalmente no verão, como a “Final de Praia, lixo no lixo”, de janeiro deste ano.
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